domingo, 16 de agosto de 2009

Música - Não me faz sofrer

Não me faz sofrer

Eu não sorri
Quando você partiu
Fiquei ali
Chorando mais você não viu

Estou levando
Meus pensamentos
Estou guardando
Esses momentos
Para sempre

Agora estou
Sozinho a caminhar
E sem destino eu vou
Tentando te encontrar

Nessa estrada fria e escura
O medo me persegue
Mais nada que escurece
Me faz desistir de te procurar

Se você soubesse o quanto eu te amo
Não teria partido assim
Mais a verdade é que nem eu sei
Que você é tudo pra mim

Você é tudo além do mar
Mais do que o brilho das estrelas
Mas sem você aqui
Ele vira só um mar de tristezas

Agora estou
Sozinho a caminhar
E sem destino eu vou
Tentando te encontrar

Nessa estrada fria e escura
O medo me persegue
Mais nada que escurece
Me faz desistir de te procurar ( 2x )

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Edifício Maison Blanch


Lendas do Edifício Maison Blanch No centro de Curitiba há muitas lendas sobre prédios mal – assombrados e o Edifício Maison Blanch possui muitos causos contados pelo povo, leremos alguns deles abaixo: Nome Maison Blanch Uma vez uma amiga minha, que é professora de francês, falou que a expressão Maison Blanch em uma certa região da França significa mansão mal – assombrada. Nome sugestivo, não? Antigo Cine Curitiba Reza a lenda que nos anos 30 o local, onde é hoje o Edifício Maison Blanch, era um cinema chamado Cine Curitiba. Dizem que um dia uma senhora casada entrou com seu amante dentro deste cinema e o marido traído descobriu. Então, no meio da sessão, o esposo entrou no cine e esfaqueou sua mulher que morreu na hora. Naquela época surgiu a história de que o espírito da moça assombrava o cinema. Por isto no final dos anos 30 o local precisou ser demolido e lá foi construído o edifício Maison Blanch. O Estranho Apartamento e a Mãe – de – Santo No final dos anos 90 eu trabalhava numa loja de telefones, por isto era comum eu entregar aparelhos na residência dos clientes. Um certo dia mandaram eu levar um telefone num apartamento do edifício Maison Blanch. Cheguei ao local, toquei a campainha e ninguém atendeu. Porém a porta estava aberta, entrei e exclamei: - Boa – tarde! - Tem alguém em casa? Olhei para estante e percebi que existiam várias obras com títulos místicos, como exemplos: - Dogma e Ritual da Alta Magia de autoria de Eliphas Levi. - O Livro da Lei da autoria de Aleister Crowler. - Pergaminho de Sangue, que não deu para ver o nome do autor porque parecia ser um livro muito antigo. Este último título me assustou. Assim olhei para os lados e vi que nas paredes existiam vários quadros de crianças chorando que possuem uma lenda macabra. Depois de avistar estes quadros, uma senhora surgiu na sala e perguntou - me: - Você é a menina que veio entregar o telefone? Desta forma, respondi: - Sou sim... - Aqui está o aparelho. - Por favor, assine este papel. A dona assinou a folha e logo peguei o elevador. Dentro dele havia uma idosa morena que comentou: - Menina, você está com uma cara de assustada. Desta maneira, respondi: - É que este edifício parece mal – assombrado. A senhora comentou: - Ele é, realmente, mal – assombrado. - Sou mãe – de – santo e conheço estas coisas. - Eu moro aqui e todas as sextas – feiras lavo o meu corredor com sal grosso. - Você deseja que eu leia cartas de tarô para você? Deste jeito respondi: - Não, muito obrigada. - É que estou a serviço. - Até logo. Após falar isto o elevador chegou no térreo e voltei para a firma onde trabalhava. Marido Que Mandou Matar a Mulher Reza a lenda que, nos anos oitenta, em um dos apartamentos deste edifício morava um casal. Um certo dia, o homem fez um seguro de vida num valor altíssimo para a esposa. Depois de algum tempo ele convidou sua mulher para passar as férias numa casa de chácara, em São José dos Pinhais, que tinha alugado. Porém quem levaria o casal até o sítio seria um motorista que a moça nunca viu na vida. No meio da estrada o chofer atirou na mulher que faleceu na hora e depois o esposo, que tinha uma arma escondida na cintura, deu um tiro no motorista. Na realidade tudo era um plano que o marido bolou para receber o seguro pela morte da esposa. Ele deu um tiro no comparsa para simular um assalto. Segundo contam depois de receber o dinheiro o sujeito nunca mais pisou no edifício Maison Blanch. Mãe Que Jogou o Bebê Pela Janela Em junho de 2008 uma mulher jogou a própria filha, uma criança de apenas oito meses, do sexto andar do edifício Maison Blanch. Conforme os vizinhos, a mulher sofria de transtornos psiquiátricos, vivia dizendo que via espíritos no prédio e que estas almas atormentavam a sua família. Estas são as lendas do Edifício Maison Blanch.

A brincadeira do compasso



Brincadeira do compasso
Uma das brincadeiras mais perigosas é a do compasso. Vários relatos e histórias rondam todo o mundo dizendo que espíritos do compasso os possuíram e os seguiram. Esta brincadeira é muito perigosa.
Para se fazer a brincadeira do compasso, você deve fazer um círuculo em uma folha de papel, e escrever em volta as letras do abecedário, os números de 0 a 9, sim, não, talvez, e adeus. Deve colocar o compasso no centro da folha de papel, colocar o polegar sobre o compasso e rezar, depois fazer as perguntas e jogar o compasso fora.
É preciso tomar muito cuidado com essa brincadeira, há relatos de várias mortes, e coisas imprescindíveis, disseram que já fizeram e quase que o compasso furou o olho de um menino e enfiou a ponta na testa deu uma menina, outra vez, o espírito entrou em seu corpo.

Fazenda mal assombrada

Essa história foi enviada por Ricardo Serravallo Junior na cidade de Pinhal do Sudoeste, é uma história qê diz ser verdadeira, e aconteceu com o amigo do Ricardo.

Minha familia havia comprado um sitio muito antigo na cidade de Pinhal do Sudoeste, corria uma história na cidade de que a antiga dona da casa havia sido assassinada pelo seu ex-amante a punhaladas dentro de um dos quartos, por isso aquele sitio era assombrado, ninguém deu muita importancia ao fato, achavamos que era coisa de caipira. Já na primeira noite, eu que era completamente incrédulo passei a respeitar todas as lendas e hisória que o pessoal conta pelo Brasil afora. O sitio era bem grande e antigo com uma aparencia sinistra, tinha 4 quartos, a cozinha não era ligada com o casarão antigo, nem o banheiro, por isso a noite eu tive que dar a volta pela casa para conseguir tirar agua do joelho, neste momento pude perceber alguem parado próximo a um arbusto me observando, nem fui ao banheiro, voltei correndo o mais rapido que pude e enfiei-me em baixo dos lençóis, passando a ouvir varios ruidos pelo corredor, arranhando as paredes, e as vezes até uns gemidos de dor, até que de repente tudo ficou no mais absoluto silencio, ouvindo apenas os animais noturno. Quando amanheceu o dia não contei nada a ninguém. O dia estava correndo normalmente, vez ou outra, viamos algum animal andando pelas arvores ou colhendo frutos no chão, a tarde passou e a noite chegou. Eram aproximadamente 2:00hs da manhã, quando o barulho começou novamente, eu tremia todo de medo, a porta do quarto estava entreaberta, como não havia iluminação elétrica no sitio (o sitio era bem antigo, mesmo), minha mãe deixou uma lamparina no meio do corredor, isso fazia com que eu conseguia ver se alguém passava diante do meu quarto, quando percebi alguém andando em direção ao quarto dos meus pais, achei que fosse minha mãe, pulei da cama corri para o corredor, pois estava com medo e tinha um sofá velho no quarto dos meus pais eu achei que minha mãe deixaria eu dormir lá, já que esta seria nossa ultima noite naquele sitio velho e bizarro, assim que alcancei minha mãe no corredor eu a toquei pelo ombro, e tomei um susto enorme, não era a minha mãe, era uma outra mulher em estado de decomposição, no lugar de seus olhos, percebi apenas manchas de sangue, gritei e sai correndo em direção ao meu quarto, joguei-me em cima da cama e a figura monstruosa estava parada na porta do quarto olhando para mim, não me lembro de ter visto meu irmão, porém ouvi seu grito, chamando meu pai, quando olhei novamente em direção da porta, já não havia mais ninguém, segundos depois entraram meu pai e minha mãe no meu quarto, eu contei o que havia acontecido mas eles não se importaram muito, até o meu irmão dizer que havia visto alguem parado na porta do meu quarto, ele achou que fosse minha mãe, e a chamou, mas quando ela virou ele percebeu que não, ele viu que era uma mulher velha e feia com o rosto pálido que parecia que ela estava morta. Parece que quando meu irmão contou essa história, meus pais perceberam que não era pesadelo que eu tive, pois nunca ouvi casos de pessoas que partilham seus pesadelos. Nós ficamos com aquela casa cerca de 3 anos, até que de tanto eu não ir, meus pais resolveram vender o sitio.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

A casa da morte

Quando eu e a minha família nos mudamos de casa, para uma cidade desconhecida, aconteceu uma coisa que eu jamais pensei que iria ocorrer.Ao chegar na casa havia muitos espelhos estranhos e a casa era coberta de poeira e teia de aranha, aparentava ser muito velha. Eu e minha amiga fomos explorar a casa (pois somos muito curiosas), descobrimos que na casa tinha um porão muito estranho, lá o dono da casa disse que não poderia entrar que seria melhor, porque era perigoso. Ao anoitecer, fomos para o quarto dormir, deu meia noite, eu escutei vozes de pessoas gritando, acordei minha amiga e expliquei a ela o que estava ouvindo. Fomos em direção ao barulho, e fomos parar no porão... perguntei para minha amiga: - você acha que devemos ir? - vamos sim, acho que não tem nenhum perigo!(risadas) Então descemos o porão, abrimos a porta que fez um estrondo, assustadas corremos para dentro do porão, quando acendemos o lampião, avistamos várias caveiras e na parede estava escrito “quem entrar aqui será amaldiçoado”. Na nossa frente apareceu uma criança com muito medo e nos disse: - por favor, me salva! uma pessoa me prendeu aqui só q eu não consigo sair! A menina parecia muito magra e desnutrida, mais a gente foi tentar ajuda-la. Seguimos o caminho com ela, e fomos parar num quarto cheio de espelhos e bonecas, horríveis.A menina com uma voz triste chamou: venha Ted rápido elas vão nos ajudar, de repente apareceu um cachorro ao lado dela todo ensangüentado... perguntamos a quanto tempo ela estava lá e ela nos respondeu: - faz tanto tempo que eu nem me lembro, mais vamos ali comigo? Parecia até um pesadelo, eu e minha amiga nos olhamos mais acabamos indo com a menina, chegando no lugar vimos um corpo de uma garota e um cachorro. De repente a gente olha para a menina e ela começou a correr atrás de nós com aparência de algo amaldiçoado e nós com muito medo começamos a correr em direção a porta do porão, conseguimos passar e trancamos a porta. Quando pensávamos que tinha acabado tudo, voltamos a escutar vozes de criança pedindo ajuda e outra falando que iria nos matar.Já não agüentávamos mais conviver com aquilo, resolvemos descer ao porão novamente. Gritamos como vamos vencer esta maldição? uma voz disse: - é só você quebrarem todos os espelhos da casa! e a outra voz disse: - não vocês não vão conseguir! e assim quebramos todos os espelhos da casa e a maldição terminou.

domingo, 2 de agosto de 2009

Música - Por quanto tempo

Por quanto tempo

A minha vida muda nesse instante
Vozes das sombras dizem-me
Você errou, mas não sabe disso
Tente curar essa dor

Eu ainda não me achei
Me procuro naquele caminho perdido
Se a minha vida estivesse vivida
Não sabia o que era essa dor

Por quanto tempo eu vou errar
Por quanto tempo eu vou chorar
Por quanto tempo mais
Eu não sei

Por quanto tempo eu vou sofrer
Por quanto tempo ficarei sem te ver
Por quanto tempo mais
Será que você não voltará mais

Eu ainda sonho
Em te ter novamente
Quem sabe eu ainda tente
Reacender esse amor

Eu sei que errei com você
Mas vamos esquecer
Que isso um dia nos passou
Que essa dor se apagou

Por quanto tempo eu vou errar
Por quanto tempo eu vou chorar
Por quanto tempo mais
Eu não sei
Por quanto tempo eu vou sofrer
Por quanto tempo ficarei sem te ver
Por quanto tempo mais

Será que você não voltará mais ( 2x )