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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
O trem fantasma e a cabeça assoviante
Essa é uma lenda bem antiga. Ela conta que certa vez um mendigo que gostava muito de beber foi atravessar os trilhos que foram abandonados há muito tempo, depois de o maquinista do trem principal desaparecer misteriosamente durante uma viagem longa que ia de uma cidade do México (nome censurado) a outra. Na hora que o mendigo foi atravessar os trilhos (Depois de ter bebido) ele ouviu um apito de trem soar alto, porém, não era um som qualquer, era um som que de alguma forma trazia uma sensação nostálgica a ele. Ao ouvir a música e sentir tal sensação ele parou no meio dos trilhos para tentar ouvir o belo som que o apito emitia, quando um trem enorme apareceu e na frente o corpo em decomposição do maquinista, que agora era só osso. O esqueleto levantou a cabeça e soltou uma gargalhada nervosa e muito alta. O mendigo se assustou e caiu para trás de modo que só sua cabeça ficou fora dos trilhos. Antes do trem passar por cima dele ele tentou assoviar o som que tinha ouvido do apito, porém, só conseguiu assoviar metade do som ,que era longo, antes do trem esmagar o corpo dele e decepar sua cabeça. Agora quem passa perto dos velhos trilhos ouve um apito longo e logo depois um trem aparentemente comum aparece e ao passar a cabeça do mendigo aparece nos trilhos e começa a assoviar o som do apito,mas ao chegar na metade uma única lágrima aparece em seu rosto e a cabeça desaparece.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
A lenda dos diamantes
Há muitos anos atrás existia um bandeirante chamado Fernão Dias, mais conhecido como O Caçador de Esmeraldas. Além de pertencer à Maçonaria, este homem carregava uma maldição, pois mandou matar seu próprio filho porque o rapaz tinha um plano para executá–lo com o objetivo de entregar a sua cabeça aos jesuítas. Algum tempo depois deste fato, Fernão foi procurar esmeraldas no sertão de Minas, mas acabou parando na fronteira entre a Amazônia e o Peru, onde achou pedras verdes e as colocou na bolsa. Perdido na floresta, ele avistou a região secreta do El Dourado, onde havia pirâmides de ouro. Porém o homem notou que os habitantes deste lugar eram mulheres com um seio só. Assim percebeu que elas eram a Amazonas das lendas que tanto os portugueses falavam. O problema foi que estas mulheres descobriram onde o bandeirante estava escondido e o escravizaram. Depois de alguns dias Fernão pegou febre amarela e alguma amazonas, disfarçadas de homem, deixaram o corpo doente deste bandeirante no sertão de Minas, onde acabou falecendo. O problema é que Fernão escreveu tudo em seu diário e fez um mapa do El Dourado. Segundo o professor Pedro o corpo dele foi achado por outros bandeirantes, que esconderam o diário e o mapa no cofre de uma seita secreta. Além de confirmarem que as pedras verdes que estavam na sua bolsa não eram esmeraldas, e, sim turmalinas. Reza a lenda que se alguém seguir as instruções do mapa secreto de Fernão Dias encontrará o El Dourado, as amazonas e todo o seu tesouro. Aqui é bom lembrar que os ossos deste bandeirante foram sepultados no mosteiro de São Bento localizado em São Paulo.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
A lenda dos diamantes
Há muitos anos atrás existia um bandeirante chamado Fernão Dias, mais conhecido como O Caçador de Esmeraldas. Além de pertencer à Maçonaria, este homem carregava uma maldição, pois mandou matar seu próprio filho porque o rapaz tinha um plano para executá–lo com o objetivo de entregar a sua cabeça aos jesuítas. Algum tempo depois deste fato, Fernão foi procurar esmeraldas no sertão de Minas, mas acabou parando na fronteira entre a Amazônia e o Peru, onde achou pedras verdes e as colocou na bolsa. Perdido na floresta, ele avistou a região secreta do El Dourado, onde havia pirâmides de ouro. Porém o homem notou que os habitantes deste lugar eram mulheres com um seio só. Assim percebeu que elas eram a Amazonas das lendas que tanto os portugueses falavam. O problema foi que estas mulheres descobriram onde o bandeirante estava escondido e o escravizaram. Depois de alguns dias Fernão pegou febre amarela e alguma amazonas, disfarçadas de homem, deixaram o corpo doente deste bandeirante no sertão de Minas, onde acabou falecendo. O problema é que Fernão escreveu tudo em seu diário e fez um mapa do El Dourado. Segundo o professor Pedro o corpo dele foi achado por outros bandeirantes, que esconderam o diário e o mapa no cofre de uma seita secreta. Além de confirmarem que as pedras verdes que estavam na sua bolsa não eram esmeraldas, e, sim turmalinas. Reza a lenda que se alguém seguir as instruções do mapa secreto de Fernão Dias encontrará o El Dourado, as amazonas e todo o seu tesouro. Aqui é bom lembrar que os ossos deste bandeirante foram sepultados no mosteiro de São Bento localizado em São Paulo.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Passageira fantasma
Certo dia, um motorista de táxi rodava pela avenida José Bonifácio em frente ao cemitério Santa Izabel quando uma linda jovem fez sinal .
Ele parou e ela pegou o táxi. Eles deram uma volta na cidade e ele a trouxe de volta para o cemitério. Na hora de pagar, ela mandou que ele fosse receber na casa dos seus pais. Deu-lhe o endereço completo.
No dia seguinte, ele foi cobrar o dinheiro.encontrou a casa, bateu, um senhor veio recebê-lo. Ele disse que viera cobrar o dinheiro pela corrida de táxi que sua filha havia feito.
O senhor ficou todo desconfiado e disse que sua filha não tinha saído à noite.
O susto maior do pai foi quando o taxista deu o nome da moça e disse como ela era e como estava vestida.
O pai disse que não era possível, que a sua filha tinha morrido já a alguns anos.
-Será que errei de casa, diz o motorista.
Então o motorista começou a ver algumas fotos que estavam na parede e disse:
- É aquela moça.
O motorista saiu perplexo, quase louco, sem saber o que tinha acontecido na noite anterior.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Um amor além da morte
Há meses, quando eu era solteiro, teve certo dia que resolvi baixar o filme do Mortal Kombat. Pra “embalar” fui procurar o meu jogo do Mortal Kombat, pra ir jogando enquanto baixava. Quando entrei no quarto, procurei e procurei. Nada. Não achava o tal jogo. Deixei a porta aberta enquanto eu procurava. Fiquei nervoso porque não achava meu jogo e dei um murro no criado mudo. Quando olhei, tinha uma mulher encostada na parede, ao lado da porta. Ela sorria. Fiquei assustado, fechei os olhos e quando abri, ela tinha sumido. Voltei pro computador pra ver o filme. Bem mais tarde, quando fui dormir, o jogo estava em cima da cama, como se alguém o tivesse colocado lá. Fiquei com medo, o guardei e dormi. Essa noite sonhei com essa mesma mulher morena que vi na porta. Ela me puxava pelo braço e dizia “Venha. Venha pra mim” eu disse “Não, eu não quero”, tirei meu braço a força e ela o arranhou, tentando fazer eu não soltar. Ficou um corte no meu braço. Quando acordei, eu tava com o corte no braço, de verdade, e meu lençol manchado de sangue. Contei pra amigos e ninguém acreditou. Meses se passaram e arrumei uma namorada. Teve uma noite em que eu levava minha namorada pra casa, e na volta, vi essa mulher encostada em um muro perto da minha casa. Ela chorava. Arrepiei de medo, e entrei em casa. No outro dia, à noite, fui dormir e meu computador ligou sozinho. Ele abriu direto no Word, onde tinha a mensagem “Não se esqueça do que passamos juntos”. Aí pensei. Talvez, na outra vida eu era marido dessa mulher, e ambos morremos. Eu reencarnei e ela não, e ela ainda me perseguia. Desliguei o computador e levei um susto. Ela estava ali, do meu lado. Ela se aproximava de um jeito macabro. Eu disse bem alto “Não sou mais quem você pensa. Sou outra pessoa agora, sinto muito, não tenho culpa”. Eu tava quase chorando de medo, ela colocou o braço perto do meu nariz, e desapareceu. Nesse mesmo segundo, senti como se tivesse levado um soco. Meu nariz começou a sangrar. Precisei ir ao médico. Depois desse dia, que já faz uns três meses, ela nunca mais apareceu. Eu espero que ela nunca mais volte mesmo.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
O anel da Morte
Era uma noite de sexta-feira na casa do senhor Pedro estava sendo velada o corpo de sua filha mais velha toda a sua família gostava muito dela pois era uma mulher boa gostava de ajudar as pessoas, ela morreu de acidente de carro. O corpo foi para o cemitério e antes de ser enterrada a família pediu para ver ultima vez e pediu que o coveiro abri-se o caixão ao abrir olhou no dedo da mulher um anel brilhante enterrou o corpo e ele pensou e falou para si mesmo que de noite ele iria pegar aquele anel de brilhante, chegou de noite no cemitério cavou, cavou e conseguiu abrir o caixão e ao pegar na mão não conseguiu tirar o anel do dedo de lá foi então que cortou o dedo dela botou o anel no dedo e foi embora dirigindo seu carro no meio da estrada lá na frente uma mulher vestida de branco pediu carona mais a mulher não mostrou a cara e ele perguntou para onde a senhora vai e lá mostrando a sua cara falou eu vim te buscar e tomou um susto como pode ser a mulher que eu peguei seu anel e quando olhou na frente deu de frente com a arvore e na manhã seguinte o funeral veio pegar. Pra muitos isso é uma lenda mais para mim é a pura realidade fato ocorrido em 2004 na cidade de Manaus.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Incidente 111
Seguia eu madrugada adentro pela longa rodovia, a guiar meu automóvel e observar as faixas do asfalto, que passavam por de baixo dos pneus de forma cada vez mais rápida, à medida que meu pé afundava no acelerador. A escuridão era vencida pelos faróis acesos, e com um vagar angustiante, o relógio me parecia cada vez mais preguiçoso para dar seqüência aos minutos. Os carros no sentido contrário foram rareando, até que finalmente me vi só, na companhia apenas de meus pensamentos, e o som do rádio desaparecer com o sinal da última estação. Verifiquei as horas, que marcavam 1:11 do dia 11:11 no painel digital, uma bonita coincidência. Na pista, vi ao longe a imagem de uma jovem mulher, a acenar, como se ajuda pedisse. Parei, com hesitação, e vi que ela estava desacompanhada. Abri parcialmente o vidro lateral e ela se aproximou. - Moça, você precisa de alguma ajuda? - Sim - respondeu a moça laconicamente, após baixar de forma tímida seu belo e expressivo rosto, e esconder seus grandes olhos castanhos. - Posso fazer algo por você? - Por favor, preciso de uma carona. Minha família está aguardando por mim lá adiante. Mais tranqüilo deixei que ela entrasse e segui viagem com uma calada caroneira. Pedi onde seria seu destino, e ela apenas apontou para frente. Passado algum tempo, sem que trocássemos palavra, minha convidada mostrou um carro parado e disse se tratar de sua família. Estranhei o veículo, uma Brasília de cor bege, que era veículo antigo, mas muito bem conservado, como se tivesse saído a pouco do restauro. Encostei a uma distância segura, alguns metros adiante. Ela abriu a porta, virou-se para mim e disse: "Você é uma boa alma. Nunca ninguém me ajudou. Tenha certeza que sua vida será repleta de paz e felicidade. Você sempre será protegido". Antes de desembarcar, beijou minha face, foi quando senti o aroma de um perfume muito agradável, porém estranhei seus lábios gélidos. - Qual o seu nome, moça? - Angélica - respondeu a correr para sua família, que já a aguardava fora do veículo. Pelo retrovisor a vi abraçar a todos, que me pareceram ser seus pais, além de um casal de crianças, talvez seus irmãos. Tentei religar o carro, mas o motor não respondeu a nenhuma das tentativas. Verifiquei os instrumentos para detectar alguma anomalia, mas nada encontrei de estranho. Pensei em pedir ajuda aos meus novos amigos, mas ao olhar para trás vi apenas a escuridão e o silêncio. Um frio passou pelo meu corpo, e meus pulmões pararam de funcionar por alguns segundos. Recobrei-me e desci do carro. Nada havia do carro ou da família. Tomei uma lanterna no porta-malas e iluminei o local. Não havia pegadas de Angélica ou rastros de pneu no acostamento, como se há muito ninguém passasse por ali. Joguei o facho de luz e percebi uma apodrecida cruz de madeira, que segurava uma coroa enferrujada, ao lado de uma placa que indicava o quilômetro 111 da rodovia. Embarquei novamente e tomei um grande susto ao verificar que o relógio ainda marcava 1:11 estranhamente o rádio voltou a funcionar, e o locutor pediu a atenção, porque naquele instante fazia 20 anos que ocorrera um bárbaro e curioso crime. Dizia ele que, numa rodovia local, uma família composta por um casal e três filhos, foi tomada de assalto, quando pararam para um descanso. A filha mais velha, de nome Angélica, havia sido torturada e morta, e seu corpo jogado no mato, à beira da pista. Os bandidos levaram o restante da família adiante, e em frente à placa do KM 111, executaram o casal e as crianças, e atearam fogo no veículo, uma Brasília bege. Disse ainda, que o crime ocorrera próximo da 1:11 da madrugada, coincidências que enchiam de mistério o caso. Terminou afirmando que a cada aniversário da tragédia, muitos viam uma estranha moça a pedir carona no local em que Angélica padeceu, e outros afirmavam ver uma Brasília bege com uma família dentro, exatamente no quilômetro 111. Depois pediu uma oração à família, e que Deus permitisse que Angélica encontrasse os seus. Aos prantos, fiz a minha oração. Na primeira tentativa, o motor de meu veículo funcionou. Dirigi vagarosamente o resto da noite até a metade do outro dia, sem procurar destino ou compromissos, apenas segui adiante, até que o pavor finalmente cedeu lugar à certeza de que algo muito extraordinário aconteceu comigo, naquela madrugada do dia 11 de novembro.
terça-feira, 5 de julho de 2011
O espelho
Nancy Feldman, uma garota bonita e inteligente, de origem humilde, trabalhava em uma mansão na Inglaterra, juntamente com sua mãe por volta do ano 1870. Segundo a historia, Os senhor, dono da mansão onde Nancy e sua mãe trabalhavam era um homem com sérios problemas de personalidade, um "psicopata" sem escrúpulos, que tratava as duas muito mal, deixando para elas apenas as sobras de seus freqüentes banquetes e um quarto frio onde as duas se acomodavam durante a noite, naquela mansão com inúmeros quartos quentes que ficavam trancados para o uso apenas dos hospedes e convidados. Devido ao tratamento desumano e também a uma anemia profunda, a mãe de Nancy veio a falecer, deixando para sua filha seus únicos bens materiais, uma pequena boneca de pano e um espelho emoldurado em mármore, deixado por seu pai com o seguinte dizer: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja" (entalhado na parte inferior do espelho). Nancy era uma garota tímida, porem muito sorridente, entretanto, com a morte de sua mãe, Nancy entrou em uma forte depressão e queria abandonar a mansão. O dono da mansão, sabendo de suas intenções, trancou a garota em um porão, de onde ela não podia sair, e o que era pior, a garota passou a ser violentada todas as noites naquele lugar. Certo dia, cansada desse sofrimento e sentindo muitas dores, Nancy tentou reagir às agressões a que era submetida, dando um golpe com sua boneca de pano na cara do homem. O dono da mansão, muito revoltado com a garota, esbofeteou-a e a asfixiou com a própria boneca. A garota derrubou o espelho ao se debater e ainda sem ar disse suas ultimas palavras: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja"... Semanas depois o homem foi encontrado com os cabelos completamente grisalhos, morto sem explicação com um pedaço do espelho entre as mãos. Ate hoje a morte desse homem tem sido um mistério, dizem que muitas pessoas morreram ou ficaram loucas após se apossarem daquele pedaço de espelho, muitos dizem ver o reflexo da pequena Nancy
sexta-feira, 24 de junho de 2011
A mulher do velório
Reza a lenda que uma garota que era uma estudante de Psicologia , estava no final de seu curso e ficou responsável por pesquisar o comportamento das pessoas nos velórios e enterros . Primeiro , ela estudou teorias sobre este comportamento . Mas depois a estudante resolveu partir para a prática , visitando , discretamente , velórios e enterros de estranhos . O primeiro velório foi de um senhor de idade , que tinha sido um professor famoso . Esta cerimônia foi cheia de pompas e discursos . Porém , uma pessoa em especial , chamou a atenção da estudante : era uma idosa de cabelos brancos , vestida de preto , com uma mantilha negra e antiga na cabeça . A primeira vez que a estudante olhou para esta mulher , teve a impressão de que esta velhinha não tinha pernas e estava flutuando . Porém , depois a estudante olhou , novamente , para esta esquisita figura , viu as suas pernas normais e concluiu que aquilo poderia ter sido uma ilusão de ótica . O segundo velório , visitado pela estudante , foi de uma criança de classe baixa , num bairro muito popular . Esta estudante estava observando o comportamento das pessoas , quando viu , novamente , a estranha senhora do primeiro velório . Então , a acadêmica resolveu olhar para a mulher com mais cuidado . Porém , a velhinha olhou em sua direção e a estudante teve a impressão de ter visto duas estrelas no lugar dos globos oculares desta mulher . Então , a moça pensou que isto poderia ter sido uma bobagem de sua cabeça . O terceiro velório , que graduando visitou , foi o velório de um empresário milionário , amigo de sua família . Por ser um velório de gente importante , só entrava quem fosse conhecido . A estudante entrou , mas dentro do local , ela teve uma surpresa : a idosa esquisita estava lá também . Assim a estudante também resolveu ir ao enterro deste homem rico e aquela estranha senhora foi junta . Após o enterro , a estudante decidiu seguir aquela idosa esquisita , que ficou algum tempo andando pelo cemitério , até que parou num túmulo marrom . Então , a estudante notou que a mulher da foto do túmulo era aquela mesma velhinha estranha , e , sem querer , soltou uma exclamação : – Ave ! Assim , a idosa olhou para trás e disse : - Ave , minha filha ! Desta maneira , a estudante falou : - Como é possível ? ! A foto da mulher enterrada neste túmulo é a cara da senhora ! Deste jeito , a velha explicou : - Bem , isto faz sentido , porque esta mulher que está aí enterrada , neste túmulo marrom , sou eu … Então , a estudante disse : – Isto não é possível … Só pode ser uma brincadeira , ou , uma alucinação minha … E por que a senhora visita tantos velórios e enterros ?! Qual é a explicação de tudo isto ? Assim , calmamente , a velhinha falou : - Eu nasci há algum tempo atrás … A minha vida foi indolente e sem graça… Fui filha única , não me casei , não tive filhos e não trabalhei … Eu apenas ficava vegetando em casa … Sem fazer nada por preguiça … Quando meus pais morreram , eu vivi tranquilamente , com a pensão que eles deixaram para mim . Mas , quando eu morri , a primeira coisa que eu vi , foi o filme da minha vida inteira : um tremendo vazio … Em primeiro lugar , um anjo tentou me levar para o céu , mas eles não me aceitaram lá , porque eu não tinha feito nada de útil para a humanidade … Depois , o mesmo anjo tentou me levar para o inferno , mas o diabo não me aceitou porque eu não era má suficiente … Após isto , o anjo me levou para o purgatório , mas o guardião de lá , não me aceitou , alegando que eu não tinha feito nenhum pecado para purgar . Então , apareceu o chefe deste anjo , que falou que o melhor a fazer era dar uma missão útil para mim , como colaboradora da morte . Assim , a estudante indagou : - E o que uma colaboradora da morte , faz ? Desta maneira , a velha respondeu: - Uma colaboradora da morte tem uma missão parecida com a deste anjo : quando alguém morre , ela coloca o filme da vida , desta pessoa falecida , para ela ver e guia a sua alma até muitos lugares como : o céu , o purgatório e o inferno.Após escutar tudo isto , a estudante desmaiou . No hospital ela contou a história para os enfermeiros, disse que estava vendo o filme da sua vida diante dos seus olhos e em seguida, faleceu.
terça-feira, 21 de junho de 2011
O Coveiro
Do lado de um cemitério que ficava em uma cidadezinha havia uma prisão, um dos prisioneiros era amigo do coveiro e fez um trato: Prisioneiro - Manuel,eu não agüento mais essa prisão, vamos fazer o seguinte, a próxima pessoa que morrer você me coloca no caixão junto e enterra, depois de 2 ou 3 dias você me tira de lá, ta??? Coveiro - Ta. No dia seguinte o coveiro enterra o amigo.No primeiro dia ele ficou bem, no segundo ansiosos, mas nada do coveiro aparecer, no terceiro dia ainda estava com um ponto de esperança, e nada do Manuel. No quarto dia enlouqueceu, ele não iria vir mesmo,ele já estava ficando sem ar, então pegou um fósforo do bolso e o acendeu para ver como fugir dali, quando conseguiu enxergar tomou um susto... O morto era Manuel, o coveiro, então o prisioneiro começou a gritar por socorro e se sacudir no túmulo do velho, mesmo sabendo que não adiantaria nada. Reza a lenda que à meia-noite se você vai em um cemitério, você escuta gritos abafados e o barulho do sacudir da alma do prisioneiro que foi aprisionada no túmulo de Manuel.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Quando a morte bate na porta
Andreza era uma garota muito bonita, uma beleza simples mas encantadora. Ela tinha dezesseis anos, tinha cabelos loiros e olhos marcantes e um corpo perfeito, e acho que foi isso que trouxe a morte ao seu caminho. Como de costume , as 12:30 ela saia do colégio e como sempre passava por uma rua muito perigosa. Nessa rua ela viu um homem alto, bem vestido e muito bonito e por que não dizer encantador. O homem a encarou e depois foi embora. Carol chegou em casa com aquele homem na cabeça. Não conseguia dormi, não conseguia estudar. Por causa desse homem misterioso. No outro dia, na ida ao colégio ela passou na mesma rua com esperanças de ver o tal homem, mas nada. Na saída já conformada de que nunca mais ia ver o misterioso homem, ele vem falar com ela : "olá" ela responde - "oi" -"desculpe incomodar a senhorita mas eu a vi ontem e ...eu vou parecer um idiota mas não consegui parar de pensar em você." -"nossa, isso pra mim é um elogio , obrigada" -"bom, a senhorita aceitaria tomar um café comigo" “-” “claro, e pode me chamar de Andreza” “-” “Meu nome é Murilo” Eles saíram, e conversaram. Trocaram telefones e combinaram de sair depois, ele tinha 20 e ela 16, mas ela não ligava. Começaram a namorar e andreza não poderia está mais feliz até começar a ver como Murilo era na verdade. Muito ciumento e agressivo, falou para ela se afastar de suas amigas e não a deixava sair de casa.então ela decidiu terminar o namoro. Murilo inconformado foi a sua casa tirar satisfações, afinal para ele ela era sua propriedade. Ele então invadiu a casa de andreza e a viu dormindo, serena, ele não acreditara que ela fosse capaz de deixá-lo. Então ele decidiu que ela deveria sofrer. Pegou uma faca e a amarrou. Andreza acordou atordoada e levou um grande susto quando viu Murilo ali ao seu lado. Passando a mão em seu corpo. Andreza ficou com medo e gritou. “““ Murilo “furioso a amordaçou e disse :” não fique com medo meu amor, quero me certificar de que nenhum homem a tenha como eu a tive”. Ele começou a tortura-lá e a dor era tanta que Andreza não conseguia nem gritar. Ele cortou seu rosto que a deformou.parecia que aquilo o excitará. Ela via o prazer em seus olhos, via como ela se certificará de não deixa nem uma parte de seu belo rosto impune. E ela só conseguia se perguntar de como alguém pode ser tão cruel.andreza desmaiou com a dor e nunca mais acordou. Murilo se suicidou, pois apesar aquilo ele amava andreza incondicionalmente , andreza é uma alma perdida, inconformada. Sua vida foi tirada de uma forma tão cruel por um motivo tão estúpido. Hoje a alma de andreza vaga por ai. Deformada , horrenda e com sede de vingança.
terça-feira, 7 de junho de 2011
O acampamento macabro
A história se passa num acampamento. Numa noite de verão, os campistas e os monitores se reuniram em volta de uma grande fogueira. Eles assaram salsichas e “mashimallows” e cantaram as canções do acampamento. Um dos monitores tocava um violão e fez a turma cantar várias músicas. Quando todos cansaram de cantar, os monitores foram se revezando para contar histórias de fantasmas e lendas de acampamentos que foram passadas de um campista para outro há quase cem anos.Foi ficando tarde.O fogo estava fraco, e a lua cheia e brilhante flutuava bem no alto no céu. De repente, a escuridão que tomou conta da roda de campistas. Todos olharam para cima e viram que a lua tinha desaparecido atrás de uma camada grossa de nuvens negras. E uma massa agitada de névoa invadiu o acampamento, rolando como fumaça preta. Rolando e girando, a nevoa fria e úmida flutuou sobre a fogueira que se apagava, sobre os campistas e os monitores, as cabanas, o lago e as árvores. Uma nevoa sufocante, tão pesada e escura que impedia os campistas e de enxergarem seus colegas, o fogo, o chão e até a lua no céu. A névoa flutuou por um momento, girando agitada, suspensa acima do chão, úmida e silenciosa. E da mesma forma que chegou, ela foi embora, como fumaça soprada pelo vento. A luz da lua tornou a aparecer por entre as nuvens e a grama brilhava como se tivesse coberta de orvalho. O fogo havia se apagado e brasas vermelhas chiavam no chão. A nevoa se afastou, passou por cima das árvores e desapareceu. E os campistas ficaram sentados ao redor da fogueira apagada, com os olhos vazios e os braços caídos ao longo do corpo. Eles não se mexiam. Estavam totalmente imóveis...Sabe por quê? ESTAVAM MORTOS ! A névoa tinha deixado um acampamento fantasma atrás de si. Os campistas, os monitores e o diretor do acampamento...Todos eram fantasmas agora. Todos eram espíritos, fantasmas...Todos eles se levantaram e voltaram aos seus alojamentos. Eles sabiam que o acampamento fantasma agora era o seu lar... PARA SEMPRE .
segunda-feira, 23 de maio de 2011
A arvore das almas
Por volta de 1845 em uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, havia essa Lenda Urbana sobre a árvore das almas. Tal árvore ficava em um bosque atrás da cidade, ela era enorme e oca. Tinha uma passagem imensa onde as pessoas podiam entrar dentro. Nessa época acreditava-se que a árvore era abrigo para centenas de almas de mulheres as quais a origem é desconhecida. Acreditava-se também que elas eram as guardiãs da cidade, mantinham os maus espíritos longe e ajudavam a cidade a prosperar. Uma vez por ano, na sexta-feira santa a meia noite, elas saiam da árvore para uma procissão pela cidade. Caminhavam por todas as ruas da cidade, cada uma com sua vela na mão dando sua benção. Os moradores por sua vez, em respeito às mulheres deveriam ficar dentro de casa, com as janelas e cortinas fechadas até que a procissão terminasse. Em uma dessas procissões, uma garota da cidade resolveu olhar pela janela. Ela ficou maravilhada, centenas de mulheres vestidas de branco, com uma vela grande na mão, recitando algo que não se podia ouvir. Ela notou que as mulheres não eram seres comuns, pois seus corpos eram meio transparentes e luminosos. Maravilhada com o que vira, ela abriu sua janela, saltou e foi seguindo as mulheres. Quando a procissão terminou as mulheres voltaram para o bosque. A garota hesitou um pouco em segui-las, mas pensou, se já foi tão longe era melhor ir até a árvore. De longe e atrás de alguns arbustos ela avistou a árvore e as mulheres foram entrando dentro e desaparecendo. A última mulher da fila parou antes de entrar, virou-se para a garota e olhou-a nos olhos e começou a andar em sua direção. A garota por alguma razão não sentiu medo e esperou o fantasma se aproximar. A mulher lhe estendeu a vela. “Um presente por sua coragem.” – disse a fantasma sorrindo. “Obrigado.” – respondeu a garota sem reação. A mulher voltou para a árvore, antes de entrar olhou a garota novamente e desapareceu. Quando a garota olhou de novo para a vela, esta tinha se transformado em um fêmur. Assustada ela correu para casa e contou a seus pais o que havia ocorrido. Os pais muito preocupados a mandaram de volta ao bosque e disseram que ela deveria enterrar o fêmur de baixo da árvore, pois eles não queriam um osso humano em casa. A menina foi vista pela última vez entrando no bosque. Suas pegadas podiam ser vistas até a árvore, mas ali ela não estava. Diz à lenda que a garota pode ser vista durante a procissão, ela vai levando sua vela, no último lugar da fila das mulheres fantasmas.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
A vingança da pequena criança
Esta história que vou vos contar não é inventada mas sim verídica por isso espero que não se assustem demasiado. Certo dia os meus pais resolveram mudar de casa, porque achavam que a casa estava a ficar velha e demasiado pequena, então resolveram procurar uma casa mais moderna e muito maior, foi então que, uma bela casa, mais parecia um castelo, chamou a atenção da minha mãe e claro aproveitarão logo para a comprarem porque nem estava tão cara. Rapidamente nos mudamos para aquela lindíssima casa, nada de estranho tinha acontecido, ate que, passado 2 meses de nos instalarmos, tínhamos ouvido gritos, choros, mobília a cair e pratos a voarem pelo o ar, não sabíamos o que estava acontecer e a minha mãe já esta adelirar por ver e ouvir coisas estranhas. Numa noite a minha mãe levanta da cama e vai á cozinha, eu vou atrás porque achava a maneira dela olhar para as coisas muito estranha, foi então que vi a minha mãe falando sozinha de joelhos, e eu assustada fui correndo para o quarto e enrolei-me nos cobertores e lençóis para esquecer aquele momento, mas aquele momento ainda mais estranho ficou, vi as bonecas da minha Irma andarem de uma maneira estranha e eu claro sai dali a correr foi então que alguém me puxou para um armário onde tinha um bilhete escrito:" DEIXA A MINHA MAE EM PAZ; ELA NAO TE PERTENCE", fiquei ali a noite toda a chorar mas ninguém me ouvia o que era estranho. No dia seguinte consegui sair daquele armário e fui procurar os donos daquela casa, foi então que encontrei 2 fotografias no sótão da casa, onde tinha uma família com uma rapariga muito bonita chamada Dorinda,a estranheza dessa foto foi que, a mãe da criança era igualzinha á minha mãe, foi então que percebi "aquele bilhete", noutra foto estava à mesma rapariga mas morta, acho que tinha sido estrangulada, contudo já tinha percebido a razão daquelas coisas estranhas que havia acontecido em minha casa. Fui contar a historia toda aos meus pais e mostrei-lhes as fotos e eles ficaram com medo e rapidamente saímos daquela casa. Dizem que ainda vive o espírito da menina naquela casa á procura de vingança por ter morrido tão cedo e por estar longe da sua mãe.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Parque de diversão macabro
Em Meados do ano de 1985 , foi construído um parque de diversão , só que eles não sabiam é que este parque estava em cima de um cemitério que muitas pessoas diziam que era assombrado , mas ninguém acreditou e mesmo assim o parque foi feito ali mesmo . Depois de estar pronto foi à grande atração da cidade pequena de Londres . Passaram-se vários anos e a população já estava cansada das atrações que ali tinha , com isso o parque acabou ficando sem movimento , eles ficaram preocupados com a reputação do parque e então inventaram uma atração que iria chocar a todos , ali foi criado uma atração horripilante , construíram um cemitério que tinha labirintos , era pra ser só mais uma atração do parque , mais parece que não foi isso que estava ocorrendo , durante as sessões foram relatados casos de aparições de atividades paranormais e era sempre visto pessoas mutiladas e decapitadas , algumas vezes pegando fogo , ouvia-se gritos de socorro , gritos de dor e desespero , pessoas saiam dali atormentadas e tinha alucinações durante meses , tinha pessoas que até se matavam para se livrar das imagens ditas daquele dia . Com esse acontecimento o parque foi obrigado a fechar e com isso ficou abandonado , só que mesmo assim as atividades continuavam , jovens que adoravam perigo , desafiavam outros jovens a entrar no parque , especialmente no cemitério , mas nem sempre eles voltaram e os que voltavam permaneciam atormentados por muito tempo pois os espíritos que ali estavam os acompanhavam até o dia de sua morte . Dizem que até hoje este parque está abandonado e ninguém tem coragem de entrar .
segunda-feira, 25 de abril de 2011
A casa do Palhaço
Finalmente, a mansão do final da rua ia ter inquilinos. A família que se mudou fez grandes reformas na casa, a única coisa que a deixou tal e qual foi o grande quadro que pendia sobre a chaminé. O óleo representava um palhaço que mostrava as suas mãos estendidas. Era um quadro arrepiante, mas ao mesmo tempo, era difícil desviar os olhos dele. Quando lá estavam há uns dias, a mãe foi acordar a sua filha mais velha. Depois de várias tentativas falhadas, apercebeu-se de que... Estava morta! Histérica, foi buscar o marido e, quando passou à frente do quadro, um grito mudo afundou-se na sua garganta; o palhaço tinha abaixado um dedo! Desde aquele dia, a família viveu entre o terror e a tristeza. Pouco depois, um dos filhos adolescentes teve um acidente de moto e faleceu. O palhaço abaixou outro dedo. A mãe queria fugir, com o resto da família, daquela casa, mas uma força inexplicável impedia-os de abandoná-la. De pouco a pouco tempo morria um deles, e, cada vez em circunstâncias mais horríveis: afogados, mutilados, decapitados... E por cada morte, o palhaço baixava um dedo. A mãe perdeu a cabeça e finalmente chegou a sua vez: morreu esmagada por uma estátua do salão que caiu misteriosamente. Só restava com vida o pai e o filho mais novo... Mas foi por pouco tempo. Uma noite deflagrou um grande incêndio. Os bombeiros nunca encontraram os restos dos dois últimos habitantes da mansão. A única coisa que encontraram intacto, foi um estranho quadro de um palhaço que mostrava estendidos, os 10 dedos das mãos.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
O Hospital Abandonado
Está é uma lenda antiga e pouco popular, é de um hospital abandonado. Há muitos anos três garotos de 16 anos, foram ao hospital que todos diziam ser abandonado e muito assombrado, Bred e Leonard desafiarão Jeke para passar uma noite no hospital, Jeke aceitou, porque se ficasse uma noite lá entraria para um grupo que jogava futebol americano. Jeke entrou dentro do hospital, e ficou com muito medo, ele se assustava até com a própria sombra.Ele ouviu uma voz que dizia: Vá embora! Vá embora! Ele correu e se escondeu de baixo da cama da sala de UTI, e disse: Cansei, eu não quero mais entrar no time de futebol americano. Quando ele saiu de baixo da cama deu de cara com um esqueleto que disse: VÁ EMBORA! Jake Gritou.Mais depois disso Jake numca mais foi visto! Os anos se passaram e james, Logan e Carlos resolveram ver se a lenda era real. Carlos foi o primeiro a entrar e segundos depois saíram correndo com medo e gritou: NÃO ENTREM AI, ARANHAS, ARANHAS... Logan e James não entenderam o que avia acontecido, mais irião ficar com fome, porque Carlos que estava com a comida. James e Logan entraram dentro do hospital, as paredes tinham sangue, e o hospital tinha cheiro de cadáver. Do nada ouviram uma voz: Vá embora! Logan saiu correndo com medo, e subiu para o segundo andar.James foi atrás dele e ao chegar no segundo andar viu Logan paralisado, não se mexia, não falava e nem respirava. Quando James tentou fugir caiu em um buraco que surgiu no chão, foi parar no subsolo do hospital, havia uma placa lá, e nela estava escrito: Essa placa é em homenagem aos homens que morreram no dia da fundação do hospital, os homens que morreram na destruição do hospital, e os homens que morreram no dia que o hospital pegou fogo. Ele correu e ficou com medo que algo acontecesse com Logan. Quando chegou no segundo andar, seus pés ficaram presos no chão, e viu um monstro, um esqueleto chegando com uma capa preta e um capus preto, parecia à morte. E James gritou: Logan corre, corre. Logan o ouviu, mais seus pés também estavam presos no chão. James viu seu melhor amigo morrer. Depois que Logan morreu, ele ouviu uma voz: Vá embora! James não foi embora, e por isso morreu, essa lenda é verdadeira ou não, se tiver duvida visite o... HOSPITAL ABANDONADO.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A garota do corredor
A cerca de vinte e cinco anos atrás surgiu uma lenda que persiste ate hoje aqui nos colégios do rio. Os alunos que insistem em gazetear nos corredores do colégio apos a sexta badalada do sino ou o canto da ave Maria, uma criatura surge em algumas salas de aulas pedindo por socorro. Os desavisados que procuram pela voz,acabam encontrando um ser estranho agachada,de cabelos revoltos e soltos,vestida com uma camisola branca imunda chorando com as mãos no rosto. Houve casos de alguns que insistiram pela curiosidade em saber do que se tratava e ao se aproximarem sentiram um cheiro de podre tão forte que os fazia vomitar impreguinando suas roupas por dias. Se isso lhe ocorrer nunca a toque ou olhe diretamente nos olhos desta estranha criatura. Atribui-se a esta aparição vários casos de internação em hospitais psiquiátricos de alunos que ao verem a terrível face do terror deformado a sua frente passaram a ter convulsões freqüentes e síndrome do pânico...Temendo locais ermos. Existe ainda alguns casos não comprovados de crianças que dizem ver desde então a menina chorando por auxilio quando sozinhas ou dentro de igrejas. A lenda teria inicio quando estudantes de um colégio publico em uma excursão à fria cidade de Petrópolis por ruínas de uma capela trancaram a amiga, Joana de oliveira Borges, dentro de um quarto escuro e sujo da antiga sacristia. Tudo devido à inveja do desempenho da mesma diante deles. Devido ao descuido da professora responsável pela excursão,a menina só foi encontrada na noite do dia seguinte cianótica deitada no chão extremamente frio em posição fetal. Legistas da época atribuíram a morte da criança ao frio intenso do local e roupas inapropriadas, porem a mãe posteriormente relatou que a garota de dez anos fazia uso constante de medicação para asma, que poderia acelerar a morte devido ao trauma mental sofrido que aceleraria a freqüência respiratória. Não ha fatos que comprovem esta historia e quem a lê agora não deve considera-la verídica, portanto. Algumas pessoas, no entanto tem muita crença e vários dizem ter ouvido choro de criança em salas vazias de colégio apos o canto da ave Maria. Procurados apos anos de tratamento psicológico,alguns pacientes juram ter sido punidos com a aparição devido a serem de certa forma desordeiros colegiais na infância.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Consequências do Medo
Era uma vez é meados dos anos 80 um grupo de cinco amigos em uma pequena cidade do interior normalmente se reuniam pra aprontar e zoar com alguém. Então decidiram pregar uma peça no mas medroso do grupo, foi então que tiveram uma terrível surpresa que mudou terrivelmente o destino de todos. Era numa sexta feira 13 quando exigiram que Rafael o então medroso do grupo provasse que era digno de fazer parte do grupo, a maioria deles na manhã daquele dia sombrio,nebuloso e assustador sexta feira 13 resolveram que Rafael às 12 horas da noite teria que pular o muro do cemitério enfiar uma estaca em um local que eles haviam demarcado bem no centro do cemitério. Acontece que Rafael morria de medo do cemitério, almas e pessoas mortas.mas queria provar que era capaz de fazer parte daquele grupo, então aceitou esse terrível desafio . Aquela noite estava muito chuvosa e assustadora, quando todos chegaram enfrente ao então cemitério, Rafael tremia chorava silenciosamente quando começou a escalar o muro do cemitério, os colegas disseram que esperariam do lado de fora o retorno de Rafael, Rafael então entrou no cemitério, os amigos então uns para os outros vamos deixar esse bobo aí , amanhã a gente vê como ele se saiu. No dia seguinte lá pelas 10 horas da manhã os 4 amigos foram à casa de Rafael e gritaram Acorda oh corajoso!Foi então que a mãe de Rafael ouvindo a gritaria saiu e perguntou, onde está o meu filho Rafael? Por acaso vocês o viram, sabem onde ele está ele já não aparece em casa desde ontem. Então os amigos disseram: estávamos ontem à noite no cemitério onde ele provava ser uma pessoa corajosa, o que aconteceu? (pergunta a mãe) , ele entrou no cemitério disseram os rapazes. Reuniram-se a família de Rafael, os amigos e os vizinhos e seguiram para o cemitério pra entenderem o que tinha acontecido, quando chegaram La no meio do cemitério Rafael estava morto, molhado e deitado sobre a grama. O que aconteceu? Todos se perguntavam, quem o matou? Chamaram então a policia para examinar o corpo, quando Foi constatado que ele foi morto pela estaca. Ao enfiar a estaca no local indicado pelos amigos, meio a pressa muito medo e escuridão, ele enfiou a estaca encima da ponta da capa de chuva, quando foi sair correndo ficou preso parado sem poder correr, por isso ele morreu. Constatou o delegado então que a causa da morte foi medo, simplesmente medo mas muito medo, pavor mesmo, essa foi à causa da morte. Ele certamente pensou que estava sendo preso pelos mortos e almas daquele cemitério. Estava ou não estavam? É a questão.
quinta-feira, 17 de março de 2011
A casa das vozes
Em um orfanato algumas crianças brincavam quando aconteceu um incêndio. A dona do orfanato saiu de lá sem as crianças, as crianças morreram carbonizadas . Anos depois foi construída uma casa e uma velha senhora foi morar lá , quando a idosa foi ela escutou as vozes , mas não conseguiu sair de lá . Um dia a sua sobrinha decidiu ir lá com o marido , para visitar a tia dela . A idosa tentou convencer a sobrinha de não ir lá , mas a sobrinha foi desobediente e foi . Quando a sobrinha foi lá a tia não contou nada sobre as crianças . Durante a noite as almas das crianças brincavam . Elas chamavam pelo nome da sobrinha “Cecília” , a sobrinha apavorada acordou a tia que explicou tudo . No dia seguinte Cecília foi com seu marido chamar um padre para abençoar as crianças . E as almas das crianças se foram .
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