sexta-feira, 9 de outubro de 2009

O mutilador ( Ed Gein )

Edward era filho de George P. Gein e Augusta Lehrke, ambos do Wisconsin. Ed tinha um irmão mais velho chamado Henry G. Gein. O pai de Ed era alcoólatra e estava constantemente desempregado. Augusta desprezava o seu marido, mas continuava o casamento devido às suas crenças religiosas. Augusta montou um pequeno armazém em Plainfield, onde os Gein fixaram residência. Augusta não deixava estranhos interagirem com os seus filhos: Ed freqüentava a escola, mas a sua mãe impedia qualquer tentativa que ele fazia para ter amigos. Quando não estava na escola, Ed dedicava-se à pequenas tarefas na fazenda. Augusta Gein, luterana fanática, dizia aos filhos que o mundo era um sítio imoral, que a bebida era demoníaca e que todas as mulheres (ela excluída) eram prostitutas e instrumentos do diabo. Segundo ela, o sexo servia a uma única finalidade, o da procriação. Augusta reservava algum tempo, durante a tarde, para ler a Bíblia para os filhos, escolhendo partes do Antigo Testamento sobre morte, assassínios e castigos divinos. Ed, levemente efeminado, era alvo de bullying. Os colegas e os professores recordam os seus maneirismos (Ed às vezes ria-se sozinho, como se estivesse a lembrar de uma piada). Para piorar as coisas, sempre que Ed tentava fazer amigos, a sua mãe impedia-o. Apesar do seu fraco desenvolvimento social, ele saiu-se bem na escola, especialmente em leitura e economia. Ed tentava agradar a mãe, mas esta raramente se sentia feliz com os filhos. Ela costumava insultá-los, acreditando que eles seriam um fracasso como o pai. Durante toda a adolescência e parte da idade adulta, os dois rapazes só tiveram a companhia um do outro. Morte dos pais: O pai de Ed morreu em 1940, vítima de um ataque cardíaco. Os dois irmãos passaram a trabalhar para ajudar a mãe, e eram considerados honestos na cidade. Ambos trabalhavam como biscateiros. Além disso, Ed ficava de baba para os vizinhos. Ele gostava de tomar conta de crianças, e relacionava-se melhor com elas do que com adultos. Henry começou a rejeitar a mãe e preocupava-se com a união entre Ed e a mãe. Ele começou a criticá-la perante Ed, que ouvia tudo mortificado. A 16 de Maio de 1944 um incêndio deflagrou perto da quinta dos Gein. Os dois irmãos foram ajudar a apagá-lo. Enquanto a noite caía, Ed e Henry separaram-se. Quando o fogo foi extinto, Ed informou à polícia que o seu irmão tinha desaparecido. Foram organizadas buscas. Ed conduziu-os diretamente ao irmão, que estava morto no chão. A polícia teve dúvidas quanto às circunstâncias da descoberta do corpo, uma vez que o sítio onde Henry se encontrava não estava queimado e este tinha manchas pretas na cabeça. Apesar disto, a polícia não descartou a possibilidade de homicídio. Mais tarde a polícia descobriu que a causa da morte foi asfixia. Augusta morreu a 29 de Dezembro de 1945. Ed ficou completamente sozinho e permaneceu na quinta, sustentando-se com estranhos empregos. Deixou todas as divisões tal como a mãe tinha deixado, e começou a viver num pequeno quarto ao lado da cozinha. Ed só utilizava este quarto e a cozinha. Começou a interessar-se por livros de aventuras e revistas de cultos à morte e a fazer visitas noturnas ao cemitério local. Prisão: A polícia suspeitou do envolvimento de Ed no desaparecimento de Bernice Worden, em 16 de Novembro de 1957. Entraram na propriedade de Ed à noite e descobriram o cadáver de Worden. Tinha sido decapitada, o seu corpo estava suspenso de pernas para o ar, os seus tornozelos estavam presos a uma viga. O seu tronco estava vazio, as suas costelas estavam separadas, tal como um veado. Estas mutilações ocorreram depois da sua morte, causada por vários tiros. Depois de revistarem a sua casa, encontraram: Crânios humanos empilhados sobre um dos cantos da cama; Pele transformada num quebra-luz e usada para estofar assentos de cadeiras; Peitos usados como seguradores de copos; Crânios usados como tigelas de sopa; Um coração humano (o sítio onde se encontrava é alvo de discussões: alguns afirmam que estava numa panela no forno, outros que estava num saco de papel); Pele do rosto de Mary Hogan, proprietária da taberna local, encontrado numa bolsa de papel; Puxador de janela feito de lábios humanos; Cinto feito com mamilos humanos; Meias feitas de pele humana; Bainha de pele humana; Caixa com vulvas, que Ed confessou usar; Cabeças prontas para exposição ordenadas Várias crianças da vizinhança, das quais Gein ocasionalmente tomava conta, tinham visto as cabeças que Ed descreveu como relíquias dos Mares do Sul, enviados por um primo que tinha servido na Segunda Guerra Mundial. A investigação policial concluiu que eram peles faciais humanas, cuidadosamente tiradas de cadáveres e usadas por Gein como máscaras. Ed confessou ter desenterrado várias sepulturas de mulheres de meia idade, que se pareciam com a sua mãe. Ele levava-as para casa, onde ele bronzeava as peles, um ato descrito como insano ritual travesti. Ed negou ter tido relações sexuais com os cadáveres, porque, segundo ele, estes "cheiravam demasiado mal". Gein também admitiu que matou Mary Hogan, desaparecida desde 1954. Pouco depois da morte da sua mãe, Gein decidiu que queria uma mudança de sexo. Ele criou uma woman suit (roupa de mulher), que vestia para fingir ser mulher. Art Schley, um dos policiais que interrogou Ed, o agrediu fisicamente, esmurrando a sua cabeça e empurrando o seu rosto contra um tijolo, o que tornou o primeiro depoimento de Gein inadmissível. Schley morreu com um ataque cardíaco um mês depois de testemunhar no julgamento de Ed. Os seus amigos afirmam que Schley estava traumatizado pelo horror dos crimes. Julgamento: Gein foi dado como mentalmente incapaz e mandado para o Central State Hospital, que mais tarde se tornou numa prisão. Ele foi transferido para Mendota State Hospital em Madison, Wisconsin. Em 1968, médicos declararam que ele estava são o suficiente para ir ao tribunal. O julgamento começou a 14 de Novembro e durou uma semana. Ele foi considerado não culpado devido à insanidade. Ed passou o resto dos seus dias num hospital psiquiátrico. Enquanto Ed esteve detido, a sua casa foi incendiada e o carro que Ed usava para transportar as vítimas foi vendido em 1958. Morte: Ed morreu a 26 de Julho de 1984, vítima de falha cardíaca e respiratória, devido a cancro, no hospital Mendota Mental Health Institute. A sua campa tem sido vandalizada ao longo dos anos, algumas pessoas retiravam pedaços da campa para recordação, até que ela foi completamente roubada em 2000. A campa foi recuperada em Junho de 2001 e dada a um museu em Wautoma, Wisconsin. No cinema: Alguns dos mais famosos personagens assassinos do cinema tiveram alguma inspiração em Ed Gein, tais como: Leatherface (O Massacre da Serra Elétrica); Ed Gein (O Serial Killer); Buffalo Bill ( O Silêncio dos Inocentes ); Norman Bates (Psicose); Noite do Terror

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O carro preto

Na cidade de Manaus circula uma historia a mais de um ano que existe algumas crianças desaparecidas, reza a lenda que essas crianças foram levadas por um carro preto, essas crianças desaparecem de escolas, e nunca mais são vistas crianças que vão a padaria e pega carona nesse carro preto, as mães da cidade já vivem apavoradas com carros pretos, tudo começou há 1 ano atrás quando desapareceu a caminho da padaria uma menina chamada SARA RHUANA ate hoje essa menina não apareceu e como se o chão tivesse encolhido a menina, depois disso alguém sempre conhece alguém que teve um filho desaparecido e dizem que foi o carro preto, mais a sara e a única garota que esta registrada na delegacia como desaparecida o pânico tomou conta das mães que foi preciso ate um deputado estadual chamado Marcos rotas que tem um programa na tv dizer no seu programa que esta historia de carro preto e mais uma LENDA URBANA...De Manaus!Saiba que: Cartazes estão espalhados por toda a cidade a procura de sara, em quanto às outras crianças não sabem se e lenda ou e verdade.

A linha do trem

Há alguns anos, uma moça, prestes a se casar, saiu tarde da noite da casa do noivo onde ultimavam os preparativos para o casamento. Ao cruzar a estrada de ferro, foi surpreendida pelo trem e momentos depois jazia inerte e sem vida sobre os trilhos. Muitas pessoas juram que ao cruzar a ferrovia a noite, já viram a uma mulher, vestida de noiva, andando sobre os trilhos e quando alguém mais corajoso se aproxima, some num piscar de olhos.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O motoqueiro sem a cabeça

Era uma vez, numa cidade do interior do Brasil, um grupo de meninos que gostavam de confeccionar e soltar pipas. Seus nomes eram: Marcelo, Pedrinho, Paulo e Henrique. Uma vez o grupo estava soltando pipas. Quando, de repente, um motoboy passou perto deles e o seu pescoço ficou ferido com o cerol das raias. Deste jeito, o motoqueiro perdeu o controle da lambreta, caiu e sua cabeça deslocou – se do corpo, misteriosamente, rolando para dentro do mato que estava à esquerda. Os garotos aproximaram – se da vítima e ficaram assustados ao perceber que o veículo pertencia ao rapaz que era filho de Dona Amália, a feiticeira do local. Então, desesperados, os moleques gritaram por socorro e telefonaram para os bombeiros. A ambulância resgatou o corpo. Mas as autoridades competentes vasculharam o mato, porém nunca conseguiram achar a cabeça da vítima. Os garotos pararam de fabricar e empinar pipas durante algum tempo.Até que um certo dia, Pedrinho estava passeando perto da floresta onde morava Amália. De repente, o garoto aproximou – se da casa e pela fresta da janela, avistou a bruxa com o corpo de um rapaz decapitado. Naquele momento, a feiticeira disse: - Já injetei a fórmula para que você vire um zumbi, filho! - Mesmo sem a sua cabeça, você se vingará de toda a criança que ousar empinar pipa com este cerol maldito que tirou – lhe a vida! Aos escutar estas palavras Pedrinho saiu correndo. Desta forma, ele chegou perto da sua turma e exclamou: - Gente, não vamos empinar pipa hoje de noite, não! - Pois eu vi a Amália com o zumbi do seu filho! - E o cadáver dele irá se vingar de toda a criança que soltar pipas! Assim Paulo comentou: - Larga de ser besta! - Se você não quer mais fazer parte do clube, não precisa inventar estórias. Então naquela noite os garotos foram empinar pipa, menos Pedrinho. Como um raio, no meio da brincadeira, uma moto furiosa chegou no local e dentro dela havia um motoqueiro sem cabeça que perseguiu os moleques, mas não atropelou ninguém. Dizem que até hoje, naquela cidade, quando alguma criança empina pipa feita com cerol, o fantasma do motoqueiro sem cabeça aparece.

Você acredita em fantasmas?

Eu acordei tomei um banho e sai para escola chegando em casa tinha um papel em cima da minha cama eu peguei o papel e comecei a ler nele dizia que meus pais saíram e que só chegariam a noite depois de acabar de ler o telefone tocou eu atendi e uma voz grossa dizia você acredita em fantasmas? Na mesma hora eu desliguei o telefone e liguei para um amigo meu achando que era ele que tinha ligado ele gostava de passar trotes, mas quando eu liguei em sua casa sua mãe disse que ele havia saído ha umas 2 horas eu desliguei o telefone e fiquei pensando na pergunta eu achava que isso era historias para assustar crianças de repente o telefone tocou outra vez eu atendi e a mesma pergunta foi feita, eu xinguei muitos palavrões e desliguei na mesma hora o telefone toca outra vez eu atendi já bem furioso, mas desta vez era uma outra voz bem, mas roca que dizia você morrera em 26 minutos eu assustei um pouco fiquei pensando em ligar para policia, mas não esperei um outro telefonema, mas nada já havia passado uns 20 minutos quando aconteceu uma escuridão total todas as luzes da rua havia acabado eu fiquei com o coração acelerado sem saber o que fazer eu fechei os olhos na mesma hora eu avistei uma imagem de um homem todo deformado quando abri os olhos eu comecei a ouvir muitas vozes. Chamando Pelo meu nome ai eu me apavorei mesmo criei coragem levantei e gritei bem alto eu acredito em fantasmas na mesma hora tudo voltou ao normal eu estava um pouco abalado com tudo fiquei uns 40 minutos sentado pensando em o que aconteceu meus pais chegaram e perguntaram se eu estava bem eu levantei e disse estou ótimo.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

As criaturas da noite

Isto aconteceu mais ou menos em 69, um vizinho meu que era muito estranho, diziam que ele se chamava José Goé, tinha mais ou menos uns 97 anos. Tinham dois filhos que eram muito estranhos também e nunca saia de casa para nada, inclusive não sei o que comiam, pois não iam a padaria. A única vez que os vi, os 3 estavam saindo de casa uma madrugada às 3:30 Hs, eu estava chegando da noite e por acaso encontrei as figuras horripilantes - no bairro eu conto, mas eles duvidam de mim - Estavam com a boca suja de sangue e os olhos arregalados como se fossem verdadeiros zumbis. Não parei o carro e continuei seguindo em alta velocidade. Fiquei desnorteado ao ver aquilo e corri em direção a um posto policial que ficava mais ou menos a uns 3 Km do local. Em uma certa travessia parei para fazer o cruzamento de uma avenida quando os 3 apareceram ao lado de meu carro no vidro (já estava longe deles, como chegaram até lá?!). Aí sim vi de perto, não podia acreditar no que via. Tinham presas iguais a de lobos, as quais deviam estar sedentas para sugar minha artéria. Disparei em alta velocidade e continuei sem parar em lugar algum. Quando cheguei no posto policial só havia um guarda, que me informou que haviam acabado de receber um chamado muito estranho de que tinham encontrado um rapaz morto, sem nenhuma gota de sangue em seu corpo e que estava até transparente. Contei o fato que tinha acontecido comigo e ele hesitou em acreditar. Me acompanhou até minha casa e mostrei a casa do vizinho. No outro dia foram fazer uma vistoria na casa e... para minha surpresa e a de vocês, não havia ninguém e muito menos móveis e nem vestígios de que passou alguém por alí há muito tempo. Quem seriam as terríveis criaturas com quem me deparei?

Flores da Morte

Conta-se que uma moça estava muito doente e teve que ser internada em um hospital. Desenganada pelos médicos, a família não queria que a moça soubesse que iria morrer. Todos seus amigos já sabiam. Menos ela. E para todo mundo que ela perguntava se ia morrer, a afirmação era negada. Depois de muito receber visitas, ela pediu durante uma oração que lhe enviassem flores. Queria rosas brancas se fosse voltar para casa, rosas amarelas se fosse ficar mais um tempo no hospital e estivesse em estado grave, e rosas vermelhas se estivesse próxima sua morte. Certa hora, bate a porta de seu quarto uma mulher e entrega a mãe da moça um maço de rosas vermelhas murchas e sem vida. A mulher se identifica como "mãe da Berenice". Nesse meio de tempo, a moça que estava dormindo acordou, e a mãe avisou pra ela que a mulher havia deixado o buquê de rosas, sem saber do pedido da filha feito em oração. Ela ficou com uma cara de espanto quando foi informada pela mãe que quem havia trazido as rosas era a mãe da Berenice. A única coisa que a moça conseguiu responder era que a mãe da Berenice estava morta há 10 anos. A moça morreu naquela mesma noite. No hospital ninguém viu a tal mulher entrando ou saindo.